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Mulheres espiritualizadas fazem sexo com mais frequência

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quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Publicado em 28 de outubro 2009
Uma nova pesquisa realizada nos Estados Unidos mostra que a espiritualidade tem uma grande influência sobre a vida sexual de jovens adultos, principalmente mulheres. O fator se mostrou mais importante que a religiosidade, a impulsividade e o álcool.
O estudo, realizado na Universidade de Kentucky, foi feito através de um questionário com 353 alunos – sendo que 215 eram mulheres. O questionário perguntava sobre os hábitos dos alunos quanto ao uso de álcool, a impulsividade, a religiosidade e espiritualidade e práticas sexuais.
Os resultados mostram que as mulheres com maiores níveis de espiritualidade fazem sexo com mais freqüência, mas a espiritualidade não tem o mesmo efeito sobre os homens. De acordo com Jessica Burris, co-autora do estudo, os homens mais espirituais podem fazer menos sexo porque é comum que eles não vejam o sexo como uma porta para a intimidade emocional.
Já para as mulheres, a espiritualidade foi a razão mais comum para um maior número de parceiros sexuais, freqüência de relações e a tendência de fazer sexo sem proteção. Segundo os autores, a espiritualidade pode ser vista quase como um fator de risco para as mulheres jovens.
Segundo Burris, as qualidades da espiritualidade que afetam a sexualidade são a conectividade com outras pessoas, a universalidade e a realização de preces. Porém, é a conectividade que tem o papel mais importante sobre a sexualidade feminina: “A crença de que existe uma relação íntima com outros humanos e que essa conexão e harmonia são indispensáveis podem levar a mulher a acreditar que a intimidade sexual possui algum tipo de qualidade transcendental”.
Porém, é mesmo a espiritualidade que torna as mulheres mais sexuais ou ela simplesmente implica em uma mentalidade mais aberta, que se manifesta através do sexo? A pesquisadora acredita que é a primeira opção: “Embora a espiritualidade possa estar relacionada com outras variáveis que mostram relacionamentos semelhantes com a sexualidade e práticas sexuais, o que observamos não pode, na minha opinião, ser explicado por outras variáveis”, diz.

[Live Science]
Fonte:
hypescience.com

Cai número de casais com filhos, revela pesquisa

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domingo, 4 de outubro de 2009

Publicado em 4 de outubro 2009
A proporção de casal com filhos no total de famílias brasileiras caiu de 62,8% em 2001 para 50,5% em 2008, de acordo com análise do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) sobre dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD). "Essa é uma redução muito rápida, muito drástica, para um período de tempo considerado tão curto em demografia", disse a pesquisadora do Ipea Ana Amélia Camarano, que desenvolveu o estudo junto com Solange Kano.
Todos os demais tipos de família aumentaram suas participações no total de famílias nas comparações de 2001 e 2008. O casal sem filhos teve um aumento de 11,7% para 15,7%. O porcentual de mulher vivendo sozinha passou de 6,2% para 8,9%. A família de mãe com filhos teve sua proporção ampliada de 12,3% para 15,4%. O homem morando sozinho, que representava 5,4% em 2001, passou para 7,5%. A menor variação na proporção do total de famílias foi a de pai com filhos, que passou de 1,6% para 1,9%.

Fecundidade
Em apresentação no Ipea no Rio, Ana Amélia Camarano também observou que a taxa de fecundidade entre 1992 e 2008 caiu em todas as faixas de renda. Em 1992, a taxa variava de quase cinco filhos por mulher entre as 20% mais pobres para mais de um por mulher entre as 20% mais ricas. Em 2008, a variação é de cerca de três filhos por mulher entre as 20% mais pobres a aproximadamente um filho por mulher entre as 20% mais ricas. "Um filho por mulher é uma taxa extremamente baixa, mais baixa que a de alguns países europeus", disse a especialista.
Ela lembrou que a taxa de fecundidade no Brasil, de 1,8 filho por mulher, já está abaixo da taxa de reposição e, a partir de 2030, a população brasileira deve começar a diminuir em termos absolutos, passando de 206,8 milhões em 2030 para 204,7 milhões em 2040.
"A participação dos idosos na população está aumentando, vai ser muito maior e o mercado de trabalho tem que se adaptar a isso", disse. A taxa de crescimento do grupo dos que tem 80 anos ou mais de idade já está acima de 4% ao ano e a do grupo entre 60 e 79 anos está bem próxima a 4% ao ano.

Gravidez na adolescência
A pesquisadora também observou que a taxa de fecundidade na adolescência (entre 15 e 19 anos, no estudo) diminuiu entre 1992, quando para cada mil meninas adolescentes nasciam 91 filhos, e 2008, quando foram 69 filhos para mil adolescentes. "O que mudou é que agora tem mais adolescentes mães que moram com os seus pais ou avós ou que saem de casa e viram chefes de família", disse.
A proporção de mulheres de 15 a 19 anos que são mães e continuam morando com os pais passou de 28,4% do total que tiveram filhos em 1992 para 38% em 2008. A das que são mães e moram com os avós subiu de 12,4% para 16,0%. As que saíram da casa dos pais e viraram chefes de família passou de 1,9% para 6,1%. Já a das mães adolescentes com cônjuge caiu de 55,8% em 1992 para 38,8% em 2008.

Fonte:AE

Posições sobre sexualidade consideradas "intrusão" mas "valorizadas" sobre solidariedade

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Publicado em 4 de outubro 2009
Lisboa - Os pronunciamentos da Igreja Católica em países como Portugal, Inglaterra ou Polónia são recebidos como "intrusão intolerável" quando se referem a questões como sexualidade, mas são valorizadas se forem sobre solidariedade, indica um estudo hoje divulgado em Paris.
As conclusões constam de um resumo do inquérito às Conferências Episcopais nacionais da Europa sobre as relações Igreja-Estado e Igreja-Sociedade, divulgado hoje no segundo dia da assembleia anual do Conselho das Conferências Episcopais da Europa (CCEE), que decorre em Paris até domingo.
No inquérito, os bispos de Portugal, Inglaterra, Moldávia e Polónia, entre outros países, referem que há necessidade de fazer uma distinção nas reacções às declarações públicas da Igreja Católica, referindo que quando têm a ver com assuntos como a sexualidade, a bioética e a família ou são ignoradas ou provocam fortes reacções negativas.
Fonte: RTP

Igreja cria livro com "Oração Antes de Fazer Amor"

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sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Publicado em 4 de setembro de 2009
Fiéis são encorajados a rezar antes de se relacionar sexualmente para "purificar" o ato carnal.
"Senhor, envie o Espírito Santo aos nossos corações. Permeie entre nós amor que verdadeiramente oferta, ternura que verdadeiramente une, caridade que é sincera e não dissimula, perdão que verdadeiramente acolhe, amor físico que convida" (tradução livre). Assim começa a ousada oração incluída no "Livro de Orações para Casais", que deve ser feita imediatamente antes do ato sexual.
Com custo em torno de US$ 3, a publicação escrita por autores anônimos, aprovados pela Santa Sé, encoraja os fiéis a encararem o casamento como um relacionamento exclusivo e indissolúvel.
Publicado em Londres pela Sociedade da Verdade Católica, o livro contém ainda orações para cada situação familiar e da vida a dois, como: noivado, planejamento familiar, criação de filhos e assistência a familiares moribundos.

Fonte: Abril
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